Quem já não...?

Quem já não se arrependeu amargamente por uma atitude movida pela emoção.

 

Quem já não cometeu atos que lhes trouxe angustia ao coração.

 

Às vezes em momentos de falta de racionalidade e excesso de sentimentos, tudo que queremos e ter razão e atingir a fonte causadora de nossa dor, para que ela possa sentir a mesma coisa que estamos sentindo.

 

O que é surpreendente é que quando agimos movidos por essas o único prejudicado verdadeiramente somos nós mesmos, saímos da história muito mais feridos do que se tivéssemos relevado, colocado uma pá de cal no assunto ou até mesmo procurar o “agente causador” de nossa insatisfação e colocar as discordâncias em pratos limpos.

 

Mas o orgulho, a o maldito orgulho nos deixa completamente irracional e a vontade de fazer algo para atingir o outro lado é tão grande que é capaz de tornar uma pessoa de excelente intelectualidade um mero bobo, desenvolvendo um comportamento autodestrutivo.

 

A palavra de DEUS já nos ensinou que o orgulho derrubou um anjo de luz as trevas e com ele veio outra grande parte de anjos que como ele, quis se colocar acima do SENHOR.

 

O orgulho ferido e a inveja ocasionou o que é relatado na palavra de DEUS como o primeiro homicídio da humanidade que foi o assassinato de Abel pelas mãos do seu irmão Caim.

 

Na concepção errônea de Caim através de um excesso de orgulho e altivez, sua visão distorcida o levou a crer que a rejeição da parte de DEUS no que tangia as suas ofertas, tinha como agente causador o seu irmão Abel, desta forma ele transferiu toda sua frustração e magoa em uma atitude extrema que foi a execução de um inocente, porém para Caim eliminar Abel seria uma forma de excluir aquele que lhe parecia um rival, uma ameaça, alguém que se opunha entre ele e DEUS, quando na verdade não foi à oferta apresentada pelos irmãos ao SENHOR que determinou qual era o melhor ou não, obviamente é sabido que Abel se preocupou em trazer o melhor ao altar, já Caim apenas pegou algumas de suas hortaliças de forma descompromissada, apenas para desencargo de consciência.

 

Observamos que além da forma de apresentação das ofertas, DEUS avaliou o que cada um tinha dentro de seu coração e certamente DEUS sabia que o coração de Caim habitava uma serie de deformidades e que havia a necessidade de ensinar, se Caim tivesse ignorado os sentimentos causados pelo orgulho ferido, certamente ele teria aprendido com a rejeição da parte de DEUS e entendido a necessidade de mudança em suas atitudes com relação às coisas de DEUS e com seu relacionamento com os demais, mas ao invés disso o orgulho entrou, abrindo caminho para a irracionalidade fazendo com que ele tivesse uma atitude deplorável.

 

Caim pagou por sua atitude, viveu como um errante e toda sua descendência foi condenada por causa da sua insensatez.

 

A Bíblia relata inúmeros exemplos de pessoas que não entenderam o seu real propósito e movidos por orgulho, comprometeram seu futuro e as promessas de DEUS em suas vidas por uma explosão de sentimentos.

 

Fazendo uma busca rápida no antigo testamento onde os indivíduos viviam debaixo da lei, a questão da desobediência movida por quaisquer motivo sendo um deles por orgulho, geralmente tinha como efeito final a morte seja ela no âmbito físico como no espiritual, a lei era pesada e quem a descumprisse sentia o mão do SENHOR pesar sobre as suas vidas, pois existia uma separação clara entre DEUS e o homem, apesar da lei deixar claro inúmeros processos purificação e sacrifício que cada individuo precisava passar quando este caia em tentação, como não existia entre eles uma experiência real com DEUS, essa pratica se tornou rotineira, ou seja, o individuo pecava, ia ao templo e sacrificava, porém mal ele saia do templo já estava pecando de novo, isso se tornou algo corriqueiro o respeito foi dispersando até que a sujeira espiritual no meio do povo era tão grande que foi necessário DEUS em um ato de amor supremo sacrificar o seu filho para que a comunhão conosco fosse restaurada.

 

Hoje continuamos a pecar, e somos movidos na maioria das vezes pelas paixões, mas temos sobre nós um diferencial, a marca do sangue do cordeiro, aquele que veio ao mundo e se sacrificou por nós para que a nossa comunicação com o PAI fosse restaurada, ele ainda nos deixou o seu Santo Espírito, o consolador como nosso conselheiro e amigo, para que não nos sentíssemos só, então hoje vivemos o tempo da Graça, somos privilegiados, não pesa sobre nós a rigidez da Lei mas sim o sacrifício de amor que abrange nossa existência.

 

Somos seres falhos e cobertos de sentimentos contrários à vontade de DEUS, o ser humano tem uma tendência natural a declinar para o que não é bom. Porém quando erramos e temos consciência disto, somos tomados pelo arrependimento, nesta hora podemos recorrer a CRISTO na certeza de que ele nos ajudará a superar nossas falhas e nos dar a oportunidade de concertar nossos erros.

 

Nunca, coloque-se em uma posição de omissão, se escondendo por vergonha ou qualquer outro sentimento, aproveite as oportunidades de JESUS irá lhe proporcionar para desfazer o mal entendido e se redimir com quem quer que tenha sido atingido por seu ato.

 

A condição humana é difícil, muitas vezes somo tomados por sentimentos de revolta como “nossa sempre fiz de tudo, me sacrifico e não tenho reconhecimento, as pessoas me tratam de qualquer forma, só me procuram com gentileza quando precisam”, enfim inúmeras condições que ferem o nosso orgulho, até mesmo o inimigo percebendo essa nossa deformidade, potencializa essas atitudes nas pessoas para que você seja atingido de forma certeira e assim tira-lo dos propósitos de DEUS.

 

Precisamos nos atentos a nossos sentimentos e limitações, geralmente o orgulho brota de maneira muito pequena e discreta, quase imperceptível, porém se não identificarmos ela começa a crescer e a tomar proporções desastrosas, o orgulho em si é uma fonte que desencadeia uma serie de outros sentimentos destrutivos como a auto piedade, inveja, raiva e tantos outros.

 

Analisar nossa condição e basearmos nossa existência, nas mãos de DEUS, através da sua palavra, da oração, do jejum, nos fortalece de maneira eficaz para essas armadilhas.

 

Com Estimas

Luana Rafael Silva

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